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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

Em defesa dos animais

O Dr Hadwen Trust for Humane Research, apoiado por organizações de defesa dos animais e dos consumidores de toda a Europa, lançou uma grande petição de âmbito europeu. Esta petição serve para pedir aos legisladores da União Europeia que usem esta oportunidade para porem em prática os esforços adequados para o desenvolvimento e implementação de métodos não-animais, assim potencialmente salvando milhões de animais de laboratório e melhorando a qualidade da investigação e da experimentação.
Por favor, assine a petição agora - é vital que nós possamos demonstrar que os cidadãos da UE estão unidos no pedido do fim da experimentação animal na Europa. Ambicionamos reunir milhares de assinaturas e comprometemo-nos a levar a sua mensagem directamente para Bruxelas, num momento-chave deste processo legislativo.

| Assine a Petiçãoleia mais |

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publicado por iGreen às 20:01
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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

Greenpeace: Campanha de protecção dos Oceanos

Os oceanos necessitam da sua ajuda! Este é o título da mais recente campanha da Greenpeace a decorrer em Portugal, na qual todos podemos (e devemos!) participar na qualidade de consumidores.
Desde há séculos que exploramos as riquezas dos oceanos como se de recursos infinitos se tratassem, mas não é bem assim. Antes pelo contrário e, nas últimas décadas, a ambição desmedida, a pesca intensiva (muito superior às necessidades) e desregrada causou já alguns danos irreparáveis nos ecossistemas dos oceanos. Caso não haja uma inversão atempada destes hábitos, poderá conduzir à sua extinção com consequências que eu nem me atrevo a imaginar... Enquanto consumidores, temos o poder e a obrigação de exigir que a apanha e comercialização de peixe seja feita de forma sustentada. É neste sentido que a campanha do Greenpeace pretende actuar. No entanto a Greenpeace necessita de obter dados para a elaboração dos seus estudos, e é aí que a nossa colaboração é necessária.
 
Para colaborar nesta campanha, que se desenvolve em três passos, deverá:
  1. Consultar a lista de supermercados e a lista de espécies sob vigilância; e munir-se do formulário;
  2. Recolher, no supermercado, de forma discreta, os dados necessários para preencher formulário;
  3. Devolver o formulário preenchido à Greenpeace
Para informações mais detalhadas sobre esta campanha e como participar, consulte o endereço: www.greenpeace.org/portugal.
 
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publicado por iGreen às 21:59
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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

Comentários

Olá a todos.

 

Tenho reparado que o número de visitantes não pára de aumentar e fico muito feliz com a vossa presença, desde já muito obrigada.

 

No entanto, não tenho comentários aos meus posts e isso deixa-me um pouquinho triste.

Eu sei que o tempo já é escasso para ler blogs, quanto mais para os comentar. Eu mesma sofro bastante dessa limitação. Mas precocupa-me que talvez as pessoas até queiram comentar e não consigam devido à forma como está elaborado o formulário de comentários do Sapo. Por isso queria deixar este esclarecimento, especialmente para quem não tem blog no Sapo

1 - Colocar o cursor na opção "Não tem Blog nos novos Blogs do SAPO"

2 - Colocar o seu nome, ou nick, no campo "Nome"

3 - O campo "URL" pode ser preenchido com o URL do vosso blog ou homepage onde quer que esta esteja alojada. Também podem, simplesmente, deixar em branco.

4 - Finalmente, é só colocar o código de verificação e já está, o comentário é aceite.

 

Adorava começar a receber as vossas opiniões, sugestões, etc. Particularmente dos visitantes daqueles pontinhos distantes que aparecem no ClustrMaps (na barra à esquerda): Quenia, Moçambique, Chile, China, Australia, Estados Unidos, Brazil (tantos!) e, claro, da Europa.

Um abraço

 

 

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publicado por iGreen às 18:10
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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Telhados de vidro? Não, telhados VIVOS!

Observem a evolução da imagem ao lado e depois digam-me como vos agrada mais. O edifício com o telhado plano limpo e desimpedido? Ou a imagem final, em que o telhado está coberto por um exuberante jardim?

Agrada-vos a ideia de um jardim, mas acham que isto é apenas uma montagem/miragem impossível de concretizar? Antes pelo contrário! Esta imagem é na realidade uma animação publicitária retirada do site de uma empresa americana especializada na instalação de coberturas vegetais em edifícios (GreenGrid). É, neste momento, um negócio em expansão nos EUA, que vai crescendo impulsionado pelos projectos oficiais de algumas das maiores cidades americanas que estão apostadas em melhorar a sua qualidade ambiental.

 

Trata-se de um conceito novo?

Nem por isso. Já todos ouvimos falar nos Jardins suspensos da Babilónia, certo? Nos tempo modernos, é utilizado há mais de 25 anos em cidades da Alemanha, Escandinávia e Japão. Está, no entanto, agora a ganhar grande visibilidade com os projectos promovidos por várias cidades norte americanos, tanto nos Estados Unidos, como no Canadá. Também no Reino Unido, França e mesmo na longínqua Austrália os eco-telhados, telhados verdes, telhados vivos ou jardins de telhado (como quiserem chamar) estão a ser alvo de muita atenção por parte de entidades oficiais, empresas e organizações, e até mesmo de proprietários particulares.

 

Quais as vantagens de ter um jardim no telhado?

Além das obvias vantagens estéticas e da eventual componente lúdica que estes jardins podem proporcionar, existem muitas outras vantagens de vital importância. O interesse das entidades oficiais vai no sentido de melhorar a qualidade ambiental nas cidades. Para explicar melhor, não vou inventar a roda, vou antes traduzir um artigo muito bom, que encontrei no site www.gardeners.com, chama-se Rooftop Gardens Reduce Smog, Improve Water Quality and More! (recomendo uma visita ao original, pois vão encontrar um série de outros artigos e histórias e grande interesse).

 

Jardins de telhado reduzem o smog, melhoram a qualidade da água e mais!

Se pensarmos no assunto, rapidamente concluímos que, numa cidade, apenas uma pequena quantidade de terreno não é pavimentada. Mais de 75% da maioria das cidades está coberta por edifícios, arruamentos, passeios e parques de estacionamento. Esta impermeabilização dos solos tem transformado muitas cidades em ilhas de calor, cobertas por smog, que canalizam para rios e lagos, milhares e milhares de litros de águas poluídas.

Os residentes das áreas urbanas estão a começar a olhar para cima, no sentido de tornar num recurso abundante uma solução: os telhados verdes. Um telhado verde é na realidade um jardim, qualquer jardim; desde o simples vaso, à placa coberta por vários centímetros de terra cultivada (por cima de uma membrana impermeável).

Os telhados verdes ajudam a moderar as temperaturas, a melhorar a qualidade do ar, a reduzir as enxurradas provocadas pelas chuvas e a criar habitates para pássaros e borboletas. E tornam-se em autênticos oásis no meio de um deserto de betão.

A jardinagem em vasos e em terraços ou telhados é um tendência muito em voga nos EUA. Mais recentemente as atenções estão voltadas para uma nova variedade de telhados verdes, mais elaborados, chamados “telhados verdes extensos”. Em Chicago, um plano municipal está a ajudar empresas e proprietários de residências particulares, a plantarem jardins nos seus telhados, através de incentivos fiscais e ajuda técnica. Portland, Seattle e o estado do Maryland também estão a oferecer incentivos fiscais para a instalação de telhados verdes.

Apresentamos de seguida quatro argumentos para transformar o seu telhado num telhado verde e assim contribuir para melhorar o ambiente:

 

1. Temperaturas mais baixas e menor incidência de smog, no Verão

A formação de uma “ilha de Calor” numa cidade deve-se ao facto de o asfalto, juntamente com os edifícios e telhados, absorverem o calor do sol durante o dia, libertando depois essa energia durante a noite. Isto pode tornar uma cidade 6 a 8 graus mais quente do que as áreas rurais à sua volta. Na realidade, quando a temperatura do ar atinge os 95ºF (35ºC) ou mais, durante o verão, as temperaturas das superfícies podem atingir os 175ºF (79.5ºC).

Seguindo este raciocínio, quando as temperaturas sobem, as pessoas utilizam mais o ar condicionado, gastando mais energia, logo obrigando as centrais eléctricas a aumentar os seus níveis de produção, gerando mais poluição. Poluição que, por sua vez, reage com o calor e dá origem ao smog.

As plantas, por outro lado, transformam o calor e a humidade do solo em humidade através da evapotranspiração, logo refrescando o ar. Então, se aumentarmos o número de plantas verdes numa cidade em número suficiente, a temperatura poderá mesmo descer. De acordo com uma simulação computadorizada realizada pela EPA (agência de protecção ambiental dos EUA), aumentar em 5% a extensão de áreas verdejantes na cidade de Los Angeles iria permitir baixar as temperaturas de verão em cerca de 4 graus. Este abaixamento na temperatura, por sua vez, iria permitir um redução de 10% no smog e poupar 175 milhões de dólares em custos de energia.

 

2. Isolamento, no Inverno

Os telhados verdes não só baixam as temperaturas no verão, como também isolam no inverno. Em média, telhados verdes extensos oferecem um isolamento 25% melhor do que um telhado normal. Reduzem ainda as perdas de calor, por acção do vento, em 50%.

 

3. Reduzir as enxurradas

Quando chove numa floresta ou um prado, a água segue o seu ciclo natural. Cerca de 30% dessa água atinge rapidamente os lençóis de água superficiais que alimentam a vegetação, outros 30% escorrem apara lençóis de água mais profundos e cerca e 40% regressa quase de imediato à atmosfera, através da evaporação e transpiração das plantas. Não existe praticamente nenhum escorrimento de superfície.

Quando comparado com uma cidade: apenas 5% passa para os lençóis de água superficiais, e apenas 15% é evaporado de volta à atmosfera. Sobram nada mais, nada menos, do que 75% de águas pluviais que escorrem transformando-se em enxurradas. Para lidar com esta situação foram construídos sistemas colectores que normalmente canalizam estas águas, sem tratamento prévio, directamente para rios e lagos. Estudos têm revelado sistematicamente, a existência de uma ligação directa entre o escoamento das águas provenientes de superfícies pavimentadas e o declínio da qualidade da água nos cursos naturais.

A ajuda providenciada pelos telhados verdes é significativa. Em média, estes telhados retêm 75% da água das chuvas. Além disso os solos retêm ainda sedimentos, folhas e partículas, fazendo no fundo um pré-tratamento dos restantes 25% que escorrem.

 

Como se pode ver a “jardinagem de telhado” é muito mais do que simplesmente criar um espaço verde para nosso prazer. Ela pode ajudar a melhorar o mundo!

 

O artigo acima resume bastante bem o tema dos telhados verdes, mas não o esgota. Se o assunto lhe interessou, existem na web inúmeros sites que abordam este assunto, basta fazer uma pesquisa por “green roofs”, “living roofs” ou “garden roofs”, para obter um conjunto de resultados que o/a vão ocupar durante um bom tempo.

 

Para simplificar deixo aqui uma lista resumida de locais que, na minha opinião, valem a pena:

Roof gardens a cure for water runoff? in the HeraldTribune.com  

City of Chicago, Department of Environment (Green Roofs, under Initiatives & Programs)

Chicago Green Roofs – Guide for building green roofs in Chicago

greenroofs.com - The Greenroof Industry Resource Portal

greenroofs.org - Green Roofs for Healthy Cities

livingroofs.org - Independent UK Resource For Green Roof Information

Living Roofs: Case Studies - London’s most underused asset is just above our heads

em português:

ecotelhado.com.br

Arquitetura Bioclimática aplicada a pequenas cidades (documento)

Telhado Verde, por idhea

Telhados Verdes: uma boa solução

publicado por iGreen às 22:26
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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007

Jardim vs. Energia

A semana passada “tropecei”, quase por acaso, num artigo que achei interessante, intitulado “Your garden determines your energy ”. Apesar de considerar que o artigo peca por defeito relativamente ao tema, e de ter algumas reservas quanto aos conselhos de cultivo...; mas porque ainda não me deparei com nada do género, muito menos em português, decidi traduzi-lo (tradução livre, bem entendido) e publica-lo neste espaço. Quem quiser ler o original (em inglês) pode faze-lo clicando aqui.
 
Atenção: o texto original reside num site de carácter religioso. Não pretendo de forma nenhuma que a sua transcrição seja vista como propaganda, divulgação, recrutamento, etc. Até porque estas questões “das energias” prefiro-as no contexto da física quântica, em detrimento do contexto religioso, que é mais particular e subjectivo.
 
 
O seu jardim determina a sua energia
por R Sridhar
 
Da próxima vez que andar na rua observe a forma como as pessoas mantêm os seus jardins e varandas. Algumas pessoas terão os vasos bem alinhados, com plantas bem cuidadas, a área de jardim limpa, as variedades de plantas correctamente escolhidas – basicamente, terão um jardim ou varanda que acentua a beleza e conforto da habitação. Por outro lado, há casos com plantas a crescer desordenadamente em vasos sujos, algumas sem serem regadas há muito tempo, com folhas secas e ramagens pendendo soltas – assemelhando-se a uma cabeleira desgrenhada em busca de um sentido na vida.
 
A quantidade de energia que entra numa habitação pode ser avaliada pela simples observação da forma como uma família trata do seu jardim. Quando cultivamos uma planta, estamos na realidade a cuidar de uma semente de energia. O crescimento da sua planta é directamente proporcional à quantidade de atenção e esforço que lhe dedica.
 
Um jardim mal cuidado indica uma família que não sabe como gerir a sua energia. O principio da energia, do qual tenho escrito anteriormente nesta coluna, explica que esta tem que ser gerida. Caso contrário, é a energia que assume a gestão. Isto mesmo se passa com as plantas.
 
Quando a sua varanda é literalmente assaltada pela sujidade e vegetação em crescimento desgovernado, desta forma obstruindo o seu horizonte, então o seu jardim está de facto a controlar a quantidade de tempo que nele passa e o grau de satisfação que este lhe proporciona. Por outras palavras, a energia do seu jardim está a controlá-lo a si em vez do contrário.
 
A sua atitude relativamente à energia passa pelas actividades que escolhe fazer para gerar energia – como cozinhar, actividades artísticas ou até criar uma criança. Uma criança, à semelhança de uma planta, é uma semente de energia da qual você cuida. Se você for incapaz de “gerir” essa energia, criar uma criança tornar-se-á uma tarefa bastante mais complicada.
 
Assim sendo, se o seu jardim ou varanda, está a precisar de atenção, experimente o seguinte:
  • Faça uma poda ás suas plantas de forma a mante-las abaixo do seu horizonte;
  • Dê uma pintura aos vasos;
  • Limpe a área em volta dos vasos, retirando lamas, musgos, folhas secas ou outros resíduos;
  • Arranje as plantas de forma a que estas não incomodem nem restrinjam de alguma forma o acesso à varanda. Onde quer que decida colocar plantas na sua casa, lembre-se de o fazer de modo a que elas sejam adornos e que aumentam a energia no espaço à sua volta, quer pelo efeito de cor como de presença.
  • Revitalize o solo adicionando um fertilizante. O principio é o mesmo que para se reinventar a si mesmo na vida, seja por mudar a sua forma de vestir ou por decidir tirar um novo curso. Da mesma maneira, a energia de uma planta tem que ser revitalizada.
  • Pratique a rotação de culturas: tente plantas diferentes no mesmo solo.
  • Presenteie as suas plantas.
  • Converse com as suas plantas. Existem estudos que indicam que as plantas com quem se conversa crescem melhor e mais depressa.
publicado por iGreen às 23:42
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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

Sabia que...

- Oito jardins residenciais correspondem a 70 toneladas de ar condicionado?
 
- A um conjunto de relva, herbáceas, arbustos e árvores existentes num espaço, corresponde a uma diminuição de 50 % da poluição sonora?
 
Estes factos falam por si quanto à importância da existência de espaços verdes em meios urbanos. As suas vantagens são muitas, nomeadamente a diminuição das amplitudes térmicas (melhoria do conforto térmico), a diminuição da poluição sonora, o aumento de permeabilidade dos solos e consequente redução de risco de inundações, o aumento da humidade no ar, a melhoria da qualidade do ar, para além dos aspectos de lazer, recreio e paisagísticos, entre muitos outros.
 
Um outro aspecto importante na percepção desta matéria são as inúmeras vantagens das árvores caducifólias (de folha caduca) em detrimento das perenes nos nossos espaços públicos urbanos, sejam eles jardins, parques, arruamentos, praças, etc.
 
As árvores caducifólias são as que deixam cair totalmente as suas folhas de Inverno e as perenes ou persistentes são aquelas em que a maioria das suas folhas persistem durante todo o ano. A maioria das árvores existentes é caducifólia, pois este processo de rejuvenescimento anual permite ganhar defesas e obter um melhor desenvolvimento, uma maior capacidade de resistência a agentes patogénicos, assim como uma maior capacidade reter nas suas folhas as poeiras de poluição atmosférica, relativamente às árvores de folhagem persistente.
 
Apesar da maioria da população residir em zonas urbanas, não devemos dissociar-nos dos ciclos naturais que fazem parte da nossa existência. O amarelecimento das folhas e a sua queda são processos naturais da vida, de enorme beleza, que significam o fecho de um ciclo e início de outro tão ou mais importante … e não deve ser visto como um “problema de limpeza”! 
 
Até porque as folhas que caem no chão podem ser aproveitadas para compostagem, resultando a matéria orgânica em substrato para as floreiras das nossas varandas ou para os canteiros do nosso jardim.
 
Na Natureza, nada se perde, tudo se transforma; e devemos aceitá-la como ela é, compreendê-la e vermos as pequenas maravilhas que estão sempre a acontecer mesmo ao nosso lado! 
 
É só preciso olhar para o que nos rodeia…
 
Texto extraído do site da Câmara Municipal da Nazaré → Secção AmbienteEspaços Verdes
publicado por iGreen às 22:14
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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2007

Aquecimento global vs. Saúde pública

 

Aquecimento global ameaça a saúde pública, alertam especialistas

 

CHICAGO, EUA (AFP) — O impacto do aquecimento global sobre as doenças contagiosas se tornará um desafio complexo para a saúde pública mundial, indicaram especialistas reunidos numa conferência em Chicago.[ler noticia completa]

Fonte. AFP, 18/09/2007

 

Vírus tropical ameaça Europa

 

Detectados dezenas de casos de transmissão do vírus Chikunguya em França e em Itália. Uma epidemia tropical está a ameaçar a Europa. O vírus chegou à Itália e a França. Em Portugal, as autoridades não detectaram indícios da doença mas mantêm-se vigilantes.[ler noticia completa]

Fonte: SIC, 06/09/2007

 

publicado por iGreen às 00:52
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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2007

Carbono - Efeito estufa - Alterações climáticas

O gás carbónico, ou simplesmente - carbono (CO2) é um dos gases responsáveis pelo chamado “efeito de estufa” que, por sua vez, é considerado o principal responsável por varias das alterações climáticas que se verificam no planeta, neste momento.
 
Não sendo o único dos GEE (gases com efeito de estufa), mas sendo aquele que é produzido com maior facilidade e em maior quantidade, o carbono é também o GEE cujos efeitos mais facilmente podem ser anulados ou mesmo revertidos. Tudo passa pela quantidade de vida vegetal existente no planeta. As plantas, através de um fenómeno conhecido por fotossíntese, capturam o CO2 da atmosfera e decompõem-no, libertando O2 (oxigénio). Dito da maneira mais simplista possível – as plantas respiram ao contrário!!
 
Um pouco por todo o mundo vão aparecendo empresas, associações, organizações, etc., cuja missão é disponibilizar, a cidadãos particulares e/ou empresas, formas de anular as suas emissões de carbono. Em Portugal, a criou-se a CarbonØ Zero, uma marca registada, fruto da parceria entre várias organizações com um objectivo comum: anular as emissões de carbono.
Para saber tudo sobre a Carbono Zero, vá até ao site www.carbono-zero.com, onde encontra as empresas e eventos que já aderiram, calculadoras para saber qual o “tamanho” da sua responsabilidade, o que está a ser feito, etc.
 
Outras organizações semelhantes:
www.carbonobrasil.com
www.carbononeutro.com.br
www.carbonfootprint.com
www.carbonneutral.com/
www.actioncarbone.org
sinto-me: verrrde
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Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

20 mil árvores junto à A23

Castelo Branco
20 mil árvores junto à A23

O Governo Civil de Castelo Branco e a Scutvias, empresa concessionária da auto-estrada da Beira Interior, vão plantar 20.000 árvores junto à A23 nos próximos três anos. “É a maior iniciativa ambiental em que o Governo Civil já esteve envolvido até hoje”, destacou a governadora, Alzira Serrasqueiro. “Esta acção pretende contrariar os efeitos da poluição automóvel e sensibilizar as crianças e jovens para a temática da preservação ambiental”, sublinhou a governadora civil de Castelo Branco. Na iniciativa, os alunos das escolas do distrito de Castelo Branco vão ser convidados a plantar árvores nos terrenos que circundam os nós da A23, desde Gardete até Belmonte Norte. Segundo Alzira Serrasqueiro, a iniciativa deverá arrancar no último trimestre deste ano. Até final do ano, está prevista a plantação de seis mil árvores. A acção abrange 17 nós que se distribuem ao longo de 115 quilómetros da A23.

Numa primeira fase, haverá um concurso para todas as escolas do distrito, de todos os níveis de ensino, para concepção do logótipo da acção, com o objectivo de ser impresso em t-shirts que serão usadas por crianças e jovens durante a segunda fase, de plantação. “A ideia surgiu ao fazermos o balanço de outras actividades conjuntas entre o Governo Civil e a Scutvias, nomeadamente na área cultural”, explicou Alzira Serrasqueiro. “Não nos queremos substituir ao trabalho de preservação ambiental que devem ter as autarquias e as empresas. Aliás, esta iniciativa pretende servir de exemplo para outras entidades”, realçou. Para a escolha do tipo de árvores a plantar e a sua origem, a iniciativa vai contar com o apoio de serviços da administração pública ligados à floresta. A iniciativa faz parte do plano de actividades do Governo Civil de Castelo Branco para os últimos três meses de 2007.
Além de actividades ligadas à representação governamental no distrito e à articulação entre forças de segurança e protecção civil, o plano inclui ainda várias actividades pedagógicas sobre segurança rodoviária dirigidas às crianças.
Até final do ano, haverá um concurso de dramatização alusivo ao tema “Vamos dar um Passeio”, dirigido às crianças dos jardins de infância, e também o concurso “Ver e Ser Visto”, nas salas de aula e com acções de rua realizadas pelos alunos com a colaboração das forças de segurança, dirigidas à população.

in Diario As Beiras Online, 17/09/2007

Espero que este não seja um exemplo isolado. Espero que seja um exemplo a seguir junto a TODAS as auto-estradas de Portugal.

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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

A importância da varanda

Se os meus posts anteriores ainda não vos convenceram a não fechar as vossas varandas, nem em transformá-las em agradáveis espaços ajardinados, talvez o texto abaixo mude isso:
 
Este texto foi retirado do site técnico http://tironenunes.pt/ que inclui ainda a abordagem a muitos outros aspectos da construção civil. É um site muito útil pelas explicações técnicas destinadas á informação do não técnico. Encontram este texto na secção “Construção Sustentável”, debaixo da opção “Conceitos Espaciais”
 
“Varandas Flexíveis (Buffer Zones)
Os espaços semi-exteriores (varandas) são uma extensão dos espaços interiores e do ponto de vista climático funcionam como zonas tampão entre o clima exterior e o clima interior.
 
Quando orientadas a Sul, as varandas servem de pala porque sombreiam as janelas no piso inferior quando o sol está num ângulo mais alto, e consequentemente, contribuem para a exclusão de ganhos solares excessivos. São também espaços climáticos quase autónomos, que funcionam como um pára-choques entre o clima exterior, quando tem condições extremas, e o clima interior, contribuindo para que o clima interior se mantenha estável e ameno.
 
São espaços protegidos que, durante uma grande parte do ano oferecem condições de habitabilidade de grande relevância, especialmente se tivermos em consideração que as pessoas na Europa passam 90% do seu tempo em espaços interiores. Mesmo que tenham dimensões mínimas, aproximando a cota do pavimento exterior à cota do pavimento interior, estas varandas redefinem o espaço interior, o qual nos momentos em que o janelão se encontra aberto, passa a ser maior - ou o apartamento passa a funcionar como uma extensão do espaço exterior... esta relação entre o interior e o exterior torna as varandas espaços muito úteis e flexíveis, que enriquecem a experiência de vida dos seus habitantes.”
 
E então? Agora já percebem porque é que “aquela” marquise é um forno/estufa, arca frigorifica, etc.?
 
Se calhar era melhor o jardim! ...Não? (!!)
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publicado por iGreen às 20:40
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Animais de Rua - Projecto de Esterilização e Protecção de Animais Sem Lar