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Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

Sugestão para pequenos espaços

 

Quem tem pequenos espaços para jardinar (como eu!), certamente gostaria de ter um espaço maior (como eu!). Ou, no mínimo que o seu espaço parecesse maior. Mas, eu ainda não tinha descoberto uma maneira de fazer “esticar” o espaço, por isso sempre pensei que seria impossível!
Pelo menos até ter descoberto esta sugestão no BHG. Achei-a tão interessante que não podia deixar de a divulgar.
Quando olham para a foto o que vos parece que vêem? Um jardim dividido por uma treliça de madeira, certo? Errado! Na realidade o que vêem é o reflexo do mesmo espaço, mas do lado oposto. Por trás da treliça não está um jardim, mas sim um espelho, estrategicamente colocado.
E assim se duplica um espaço pequeno.
Que tal?
 
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publicado por iGreen às 21:55
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Terça-feira, 30 de Outubro de 2007

Ser verde é... não desperdiçar!

No Emprego...
Não desperdiçar material só porque quem paga é o patrão.
Mesmo que o seu patrão seja muito mauzinho, desperdiçar material não é, de todo, a melhor forma de o castigar.
Muito embora o custo financeiro desse desperdício não seja directamente paga do seu bolso, poderá sê-lo indirectamente já que as consequências ambientais se irão reflectir na sua saúde, bem estar e qualidade de vida (e dos seus filhos, familiares, amigos e milhões de desconhecidos inocentes). Lembre-se que tudo aquilo que desperdiça (papel, lápis, caneta, parafuso, etc.) precisou de matéria-prima, precisou de energia para ser produzido, embalado e transportado; e, no processo, gastou recursos e gerou poluíção.
 
No Ginásio...
Não desperdiçar litros e litros de água no chuveiro. O preço da inscrição/mensalidade até pode parecer justificar o gasto, mas lembre-se que as zonas desérticas estão a avançar por todo o mundo e aqui mesmo, em Portugal, existem várias regiões em perigo; lembre-se os custos de purificação da água para que se torne potável são cada vez mais elevados (e é o consumidor quem paga!); lembre-se que os rios e fontes estão cada vez mais poluídos e os seus ecossistemas cada vez mais ameaçados; vai certamente lembrar-se de muitas outras coisas que agora me escapam, mas não esqueça aquelas pessoas que diariamente fazem dezenas de quilómetros – a pé – para ir buscar um balde de água para as suas mais básicas necessidades.
 
Na Rua...
Não deitar lixo para o chão. Isto é mais do que simplesmente ser verde – isto é não ser grunho! É coisa que não entendo: que prazer é que pode dar passar por uma rua onde vemos todo o tipo de porcaria pelo chão? E não venham dizer que não vale a pena, que ninguém tem cuidado. Ora essa, os outros ninguéns que se preocupem com eles, desde que você faça a diferença – pode ser até que haja algum ninguém que decida seguir-lhe o exemplo. Por exemplo, onde eu moro, ninguém se preocupa em retirar os cocós dos seus queridos cãozinhos, mas eu tiro os do meu e coloco no contentor - sempre. Os moradores de alguns prédios vedam os respectivos jardins para que o animais não possam ir lá “fazer as suas necessidades”, mas levam os seus cãozinhos aos jardins dos outros prédios – isto é ser o quê? Então, e eu vou ser “isso”, só porque todo o mundo ali é? Não, nem pensar! Eu tiro, não me custa nada; e pelo caminho ainda junto alguns dos papeis de publicidade que alguns “issos” resolvem atirar para a rua em vez de colocar no contentor, ou melhor ainda, no eco-ponto que é logo ali ao lado.
 
No WC Público...
Só porque não é você que paga a água e o papel será que tem mesmo que gastar 3 vezes mais do que aquilo que necessita?
 
No Automóvel...
Não acelere desalmadamente quando todo o mundo já viu que não há espaço para grandes progressões e vai ter que travar (também a fundo) logo a seguir – gastou combustível, calços de travão, embraiagem, etc. – e para quê?
Não vá de carro quando pode ir de transportes públicos – gasta combustível, aborrece-se com os outros automobilistas, queima tempo e paciência (e talvez também a carteira) à procura de estacionamento, etc.
Se não tem transportes públicos tente arranjar alguém com quem partilhar o uso da viatura – fica mais barato a ambos.
Mas para saber tudo, o melhor mesmo é consultar o blog que referi no meu post anterior...
 
Em casa...
Ah, mas em casa você não desperdiça , certo? Não, que a vida não está nada fácil!
 
Ora bem!
publicado por iGreen às 14:03
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

A plantação em vasos

Preparação

Antes de proceder a uma nova plantação, certifique-se que o vaso que vai ser usado nesta operação está bem limpo e desinfectado, quer este seja de terracota, pedra, cimento, madeira ou cerâmica. Se o vaso já tiver sido utilizado pode proceder à desinfecção lavando com uma solução feita com 1 parte de lixívia para 9 partes de água.

dica verde: considere reutilizar recipientes como latas, alguidares, bidões, garrafões, etc. Use um pouco de imaginação e torne-os atraentes e decorativos, com uma camada de tinta, por exemplo.

 

Drenagem

Uma boa drenagem é um aspecto fundamental para a boa saúde das plantas em vasos. Garanta a drenagem no fundo dos vasos e o desimpedimento dos orifícios. Faça um ou mais furos em recipientes onde estes não existam, conforme o tamanho do recipiente.

No fundo do vaso deve ser colocada uma camada para drenagem que pode ser feita de argila expandida, pedrinhas pequenas, areia grossa ou mesmo cacos (de terracota, vidro, ...). Tenha o cuidado de garantir que esta camada não entope os orifícios de escoamento.

dica verde: utilize bocadinhos de esferovite, além de ser um material leve. não é biodegradável por isso está a contribuir para reduzir o volume de lixo nos aterros.

 

Separação de estratos

Entre a camada de drenagem e o substrato, coloque uma manta de separação para evitar as perdas de terra juntamente com a água das regas ou da chuva.

dica verde: além do material próprio, pode também usar filtro de exaustor, meias velhas de nylon ou qualquer outro tecido de que seja bastante permeável.

 

Colocação de terra vegetal

Encha o recipiente com uma mistura de terra para vasos até cerca de três quartos. Não deve ser utilizada terra de jardim por ser demasiado compacta e pesada.

De seguida coloque o vaso em que a planta está para verificar o espaço que o torrão irá ocupar.

Para enriquecer a mistura pode acrescentar também composto.

 

Preparação da planta

Mergulhe a planta, dentro do vaso original, num balde com água e deixe-o abaixo do nível da água durante alguns minutos para que o torrão fique completamente humidificado. Esta operação só é necessária para o caso das plantas se apresentarem dificeis de retirar do vaso de origem, normalmente basta apertar o vaso em toda a volta para descolar facilmente a planta.

Segure a planta pela base do caule, solte a terra e as raízes do fundo e coloque-a dentro do novo recipiente.

 

Plantação

Acondicione a nova terra à volta das raízes e proceda ao seu acamamento, até chegar ao mesmo nível à volta da planta.

No final, e para que as raizes se comecem imediatamente a acomodar ao novo espaço, regue bem a planta.

 

Resultado final

Este texto (e imagens) foi feito com base na página A Plantação Passo a Passo que encontrei no espaço "Ambiente" do site da Câmara Municipal do Seixal, onde existem vários outros artigos de interesse, como: Práticas para uma jardinagem sustentávelEco Sugestões ou Dossier Temático - Plantas autóctones.

 

publicado por iGreen às 20:18
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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2007

Toca a jardinar...

Para quem se tenha sentido inspirado pelos posts anteriores e tenha decidido começar a transformar a sua varanda num jardim, sinto-me na obrigação de deixar alguns conselhos e também alguns alertas.
 
Um jardim é uma obra permanentemente inacabada.
Um jardim, seja em terra, seja em vasos – numa varanda ou terraço, é um organismo vivo, como tal encontra-se um permanente mudança. Há plantas que crescem, há plantas que florescem, há plantas que morrem, podem surgir infestações, condições climatéricas extremas, etc., etc. ... A grande beleza da jardinagem é podermos cuidar das nossas plantas e seremos recompensados pelos nossos cuidados, com uma bela flor, com novos ramos e folhas, com filhotes... Eu considero isto como a versão arcaica dos actuais jogos de computador (nas versões de estratégia); só que muito mais natural, bonita, relaxante e imprevisível.
 
Ter sucesso com um mínimo de esforço.
Para os jardineiros menos experimentados e também para aqueles com pouco tempo disponível, é fundamental ter sucesso com um mínimo de esforço, pois os insucessos são o principal elemento de desmotivação.
É claro que não se pode comprar uma planta e um vaso, colocar a planta no vaso com um pouco mais de terra, deixa-la ficar e esperar que se mantenha saudável e linda, sem mais esforço. Vejo muitas vezes (especialmente quando um apartamento troca de morador) as varandas serem povoadas por floreiras com bonitas plantas que passado algum tempo secam e as floreiras lá ficam – vazias! O que se passa é que as pessoas escolhem as plantas em função do seu aspecto sem se informarem sobre as suas características e necessidades, que na maior parte das vezes não é compatível nem com o local, nem com a disponibilidade para cuidar delas.
 
Para quem quer começar e/ou tem pouco tempo disponível.
É fundamental, indagar junto dos centros de jardinagem as características das plantas que vos agradam em termos de tolerância a ventos e temperaturas, necessidades de água e também de fertilização. O ideal será começar com uma pequena quantidade de vasos (3 no máximo) com plantas resistentes e de cuidado fácil. Procurem plantas com ciclo de vida perene, que resistam bem à seca e ao calor (condições habituais em muitas varandas e terraços), sem grandes necessidades de fertilização, com ou sem floração conforme a preferência. Depois é só desfrutar do prazer de ter um cantinho verde onde se podem observar as alterações que vão acontecendo, as novas hastes e folhas, as que morrem, o que acontece quando tem sede, como recupera quando recebe água, o aparecimento das flores, como reage à fertilização...
 
Plantas em vasos requerem maiores cuidados.
É lógico! Em vasos as plantas requerem mais cuidados do que se plantadas directamente na terra, não só porque os recursos são muito mais limitados, mas também porque estão muito mais expostas às variações climáticas e às pragas. É necessário um maior controlo na irrigação (nem deixar secar, nem deixar encharcar!!), fertilizar com maior frequência e quando surgem pragas, atacá-las tão depressa quanto possível.
publicado por iGreen às 13:16
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Terça-feira, 11 de Setembro de 2007

(2) Jardim de varanda

Onde plantar?
Se vamos ter plantas, naturalmente temos que as plantar em algum lugar. Para uma varanda o mais lógico, prático e económico será naturalmente optar por vasos. Chegada esta conclusão, podemos passar à pergunta seguinte: que vasos? Existe no mercado uma vasta gama de vasos e floreiras que não facilita a escolha. No entanto podemos começar por levar em consideração os seguintes aspectos:
 
1.  Peso
O peso é um factor importante a ter em consideração. Seria óptimo saber exactamente qual o nível de peso que a nossa varanda está projectada para suportar. Ao avaliar o peso de um vaso, devemos considerar:
   a)  o tipo de material de que é feito (peso quando vazio)
   b)  o peso quando cheio de terra e plantas
   c)  o peso quando cheio e molhado
 
Se duvidarmos da capacidade de suporte da varanda ou soubermos que de facto não está projectada para suportar grandes pesos, temos as seguintes hipóteses
  • Colocamos apenas 1 ou dois vasos grandes com um cuidado arranjo de plantas
  • Colocamos uma quantidade maior de vasos, mas de pequenas dimensões
  • Escolhemos vasos de materiais leves (p. ex. plástico)
2.  Tamanho
Depois de avaliada a questão do peso, o tamanho de um vaso deve corresponder ao porte das plantas que lá vão ser colocadas. Naturalmente, um arbusto grande ou uma pequena árvore necessita de um vaso consideravelmente maior do que um gerânio.
Um vaso de grandes dimensões tem ainda uma vantagem ao nível da irrigação, pois devido à maior quantidade de terra que armazena esta tem menor tendência para secar rapidamente, o que é uma característica dos vasos pequenos.
 
3.  Material
Podemos encontrar à venda diversos tipos de vasos em materiais tão diferentes como:
  • Pedra
    Lindos. Geralmente conferem aspecto clássico. e imponente. Têm a desvantagem de serem muito pesados e geralmente bastante caros, além de não ser fácil encontrar uma grande variedade.
  • Cimento areado
    Geralmente são atraentes, fáceis de encontrar em diversos estilos e bastante económicos. São muito resistentes, mas pesados.
  • Sintéticos (plástico, resina, fibra de vidro)
    Podem ser mais ou menos bonitos, a variedade é grande. Alguns imitam na perfeição o barro, outros apresentam um design moderno e arrojado. O plástico é a opção mais económica e também a mais fácil de encontrar. São leves e resistentes.
  • Barro e cerâmica
    São normalmente muito atraentes, mas têm a desvantagem de serem pesados e de se poderem quebrar. O barro, quando não vidrado, tem ainda a desvantagem de permitir a evaporação da água através da sua superfície.
  • Madeira
    São muito decorativos e dão um aspecto acolhedor a qualquer espaço. O seu maior problema é a resistência às intempéries que depende muito da qualidade da madeira e/ou do tratamento a que foi submetida. Os exemplares mais resistentes são também normalmente os mais caros.
  • Zinco e Aço inoxidável
    São uma excelente escolha para quem pretende um ar moderno e despretensioso, mas com requinte. Podem ser bastante dispendiosos e se não tiverem um tratamento impermeabilizante podem enferrujar ou manchar com facilidade.
Para finalizar deixo mais uns quantos conselhos avulso:
  • A variedade de materiais em que se apresenta um vaso, tem a ver também com o facto de que qualquer recipiente pode ser convertido num vaso, desde latas de tinta ou de conservas, a velhos alguidares de plástico. Com um pouco de criatividade e alguma tinta podem bem ser transformados em originais vasos.
  • Todo e qualquer vaso deve ter um ou vários buracos no fundo para escoamento de água (nada mata uma planta mais depressa que o excesso de água).
  • Dependendo do local escolhido para colocar o vaso, pode ser necessário complementá-lo com o respectivo pratinho para acolher a água excedente.
  • Vasos que possuam um fundo para armazenamento de água podem revelar-se muito úteis para quem tem pouco tempo ou pouca paciência para andar sempre a regar plantas.
sinto-me: verrde
publicado por iGreen às 18:44
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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

(1) Ser “verde” é tão fácil, como:

  • Trocar uma lâmpada incandescente por uma fluorescente compacta que gasta menos 80% de energia.
  • Desligar todos os aparelhos eléctricos e electrónicos quando não estão a ser utilizados.
  • Os “leds” de presença dos aparelhos electrónicos que se mantêm acesos depois de desligado o aparelho, consomem uma quantidade apreciável de energia, pelo que devem ser desligados da tomada durante os períodos mais longos (noites/ausências). Uma maneira fácil de conseguir isso é ligando os aparelhos a uma régua de tomadas com interruptor que possa ser colocada num local acessível.
  • Utilizar sempre as máquinas de lavar roupa e loiça na capacidade máxima.
  • Ler o Guia da Eficiência Energética, disponível no portal eco da do site da EDP e onde encontra uma grande quantidade de conselhos e explicações úteis.
sinto-me: verrrde
publicado por iGreen às 18:08
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Sexta-feira, 24 de Agosto de 2007

(1) Jardim de varanda

Quando começar a planear transformar a sua varanda num jardim suspenso, tome em consideração os seguintes aspectos:

  1. O aspecto Estético.
    A varanda deve ser um espaço que complemente a decoração interior, por isso tente prever o que será visível a partir do interior e disponha os elementos da melhor maneira. Mas não é só do interior que a sua varanda é visível. Ela também é visível do exterior, por isso leve também isso em consideração para que possa apontar a sua casa a partir da rua, com muito orgulho.
  2. O aspecto Funcional.
    Se o espaço o permitir, considere a hipótese de instalar mobiliário para que possa disfrutar do seu espaço exterior e não apenas cuidar dele. Pense num cadeirão ou num banco de jardim com umas almofadas confortáveis, uma mesinha com uma ou duas cadeiras para tomar um refresco e conversar, ou então, se a sua varanda for mesmo grande, porque não uma mesa e cadeiras para refeições ao ar livre? Só não esqueça que tem que ser mobiliário específico para exteriores.
  3. As condições climatéricas.
    São um aspecto fundamental, não só condicionam a escolha das plantas, que devem ser adaptadas à quantidade de sol e vento, como também condicionam a utilização do espaço. Mas existem sempre maneiras de contornar a situação, por exemplo, uma varanda com muito sol e calor pode ter esse aspecto atenuado com a instalação de toldos ou chapéus de sol, ou ainda, pode-se utilizar as próprias plantas para criar sombra (plantas altas, plantas suspensas ou instalando treliças para trepadeiras, etc.). Soluções idênticas podem ser adaptadas para atenuar o vento.
  4. Privacidade e sossego.
    É sem dúvida bastante difícil relaxar numa varanda com os vizinhos a meter conversa pela janela ou a estender roupa na varanda ao lado, ou ainda com o barulho dos carros na rua. Mas também aqui, as plantas podem contribuir para colmatar essas dificuldades. Da mesma forma como se sugeriu utilizar plantas para criar sombras no ponto anterior, estas podem ser utilizadas para criar privacidade (ver fotos do post anterior). Calcule o ângulo de visão que necessita cobrir e coloque as suas plantas estratégicamente. Por outro lado, o restolhar da folhagem, provocado pela brisa cria um som relaxante que abafa de certa forma os ruídos da rua e se ainda precisar de mais, considere a hipótese de instalar uma pequena fonte – o ruído da água corrente é um relaxante garantido e abafa muito eficazmente outros ruídos menos agradáveis.

sinto-me: verrrde
publicado por iGreen às 16:04
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