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Segunda-feira, 24 de Março de 2008

Rede Eco-blogs

Com a vida agitada que levo, a quantidade de tarefas diárias que tenho para fazer e a inevitável necessidade que tenho de dormir umas horas (não há hipótese, chega um momento em que eu vou - dormir!!), as 24 horas de cada dia acabam sempre por ser insuficientes para os meus hobbies. Daí que a pesquisa de matérias para publicar neste blog fique um tanto ou quanto comprometida. Ou melhor, ficaria se não fosse a Internet, essa ferramenta maravilhosa (também tem o seu lado escuro, mas o que não tem?) que funciona como a minha janela para o mundo. É através dela que descubro a maioria das coisas que aqui publico. Sempre que tenho uns minutos lá ponho o Google a fazer umas pesquisas por minha conta.

 

Fico sempre muito contente com a descoberta de novos sites com informação em Português. Especialmente quando se trata de informação "verde" (ambiente, sustentabilidade, jardinagem, paisagismo, etc.). No outro dia, as minhas pesquisas levaram-me até um local que achei excelente. É uma ideia que nos chega do Brasil. Trata-se de reunir num único blog 5 reputados autores de blogs sobre ambiente, dando origem ao Rede Eco-blogs. É muito interessante e recomendo vivamente. Espero que voçes também gostem.

 

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publicado por iGreen às 18:35
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Quinta-feira, 20 de Março de 2008

Para mim, os animais importam!

Nas últimas semanas, têm vindo a público várias noticias, dando conta de um projecto de Lei do Governo, para exterminar algumas raças de cães considerados perigosos. Isto vem na sequência do muito “barulho” feito pela comunicação social em volta de dois ou três ataques de animais a pessoas, nomeadamente a crianças (nãoé que não me preocupe, atenção!).
Em primeiro lugar, devo dizer que repudio veementemente esta “moda”, que se instalou entre os media, de promoverem a desgraça. Raramente se noticia algo de bom ou positivo. Mas as coisas boas e positivas também acontecem neste nosso planeta, provavelmente até numa proporção maior do que as desgraças. E no caso dos cães não é diferente. Devem ocorrer, por todo o mundo tantas acções heróicas levadas a cabo por cães, como ataques perigosos. Mas enquanto os actos heróicos raramente são noticia (e quando são é mostrado uma vez e pronto), já os ataques são noticiados, re-noticiados, acompanhados, comentados até à exaustão, etc.
Em segundo lugar, partilho da opinião da Maria da Quinta da Ribeira que diz, muito bem, no seu post intitulado “Piercings e cães”: Em relação à esterilização dos cães, parece-me a solução mais estúpida. Nunca pensei ouvir falar da total erradicação de espécies de um país para resolver um problema. Será que quando perceberem que o principal problema são os donos desses cães, que poderão no futuro continuar a ter as mesmas atitudes utilizando outras espécies, irão impor a erradicação dessas espécies, ou então talvez adoptem a solução mais radical e proponham a erradicação desses donos?
 
O momento é pois mais do que oportuno, para incluir neste espaço algo que já intencionava fazer há algum tempo: divulgar a campanha de Apoio à Declaração Universal de Bem-Estar Animal. Visite o site, apoie esta causa, para que todos juntos possamos exigir dos governantes de todo o mundo uma mudança de atitude para com estes amigos com quem partilhamos o Planeta.
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publicado por iGreen às 13:59
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Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Como transformar lixo em objectos úteis

Na sequência dos anteriores posts sobre a problemática do lixo, a importância da reciclagem e necessidade da adopção de novas abordagens, como a redução, o reaproveitamento, a reutilização ou a recuperação, descobri o site da CONFAGRI, cuja secção sobre o Ambiente é muito interessante e vale a pena visitar.
 

Mas o que realmente me chamou a atenção (e fiz questão de partilhar aqui), foi uma secção denominada “Objectos Úteis” onde descobri, maravilhada, uma selecção fantástica de projectos explicando como fazer objectos úteis a partir de resíduos, ou seja, de... lixo!

É um bom ponto de partida para começar a reaproveitar, não?

publicado por iGreen às 20:59
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Sábado, 8 de Março de 2008

Mulheres

 

 

Para todas as Mulheres que hoje passarem por aqui,
dedico esta flor simples.

Porque as Mulheres são...

UMA FORÇA DA NATUREZA

 

 

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publicado por iGreen às 00:11
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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

(Ainda!) O lixo e os R’s

Eu avisei que vinham aí mais posts sobre o lixo.
 
Além de não largar o lixo, continuo às voltas com a letra R e o que ela representa para a preservação do ambiente. E porquê? Porque penso que, para que se registe uma efectiva adesão das pessoas à Reciclagem e à Redução, é indispensável uma boa compreensão da problemática do lixo, nas suas várias vertentes.
 
Hoje, em vez de vos maçar com mais uma das minhas divagações sobre o assunto, optei fazer uma tradução (adaptada) do artigo “The 4 R's - Reduce, Reuse, Recycle, and Recover – Gabage gone but not fogotten”.
 
 
Os 4 R’s – Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Recuperar
Lixo desaparecido mas não esquecido
 
A maior parte do lixo que produzimos é canalizado para aterros sanitários, lixeiras ou incineradoras regionais. Mas a população tem crescido significativamente, e quantidade de lixo produzido tem crescido exponencialmente fazendo com que os aterros encham muito mais depressa do que o esperado e antes que se consigam encontrar locais alternativos para construir novos aterros. Por outro lado, os aterros criam novos tipos de lixo. À medida que o lixo se decompõe, o resultado dessa decomposição juntamente com a humidade proveniente da água das chuvas produz um líquido (ou lama) lixiviante, também designado por lixiviado. È no entanto possível, nos aterros mais recentes, que estes tenham sido concebidos de forma a incluir um sistema de redução da humidade e, muitos terão certamente também, um processo de recolha e tratamento dos lixiviados.
 
O lixo em decomposição produz ainda dois tipos de gases responsáveis pelo efeito de estufa: dióxido de carbono e metano, um gás invisível, inodoro e altamente inflamável. Em alguns aterros sanitários este gás é recolhido e queimado para produzir energia (biogás).
 
O processo de decomposição requer água e oxigénio. Mas estes elementos são escassos no interior de um aterro, fazendo com que a decomposição aconteça muito lentamente. Na realidade, a prospecção feita por investigadores ao núcleo de um aterro sanitário nos Estados Unidos levou à descoberta de jornais depositados há mais de 30 ano, ainda em estado de poderem ser lidos.
 
Muitas vezes recorre-se à incineração para proceder à queima de resíduos sólidos urbanos em ambiente controlado. Este procedimento alivia os aterros, mas cria outros problemas ao ambiente. As cinzas têm de ser depositadas, ou em aterro, ou, caso sejam tóxicas, num depósito apropriado para desperdícios perigosos. A queima de lixo produz ainda gases ácidos, dióxido de carbono e químicos tóxicos que terão de ser tratados através de dispendiosos equipamentos de filtragem de ar, caso contrário estarão a contribuir para o aumento das chuvas ácidas; para a degradação da camada de ozono e para o aumento da poluição atmosférica.
 
Reciclar é apenas uma das forma de reduzir lixo. Para se ser verdadeiramente eficaz, devemos tentar incorporar a filosofia dos 4Rs Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Recuperar, na nossa rotina diária.
 
Reduzir a quantidade de lixo que produzimos é, de longe, a maneira mais eficaz de combater o fluxo de lixo para os aterros. As embalagens representam cerca de metade do lixo que produzimos em volume e cerca de um terço em peso.
 
Ao fazermos compras, podemos tentar dar preferência a produtos com pouca ou nenhuma embalagem.
Aquilo que não podemos Reduzir, devemos então tentar Reutilizar.
 
Reparar um velho rádio, ao invés, de sair para comprar um novo.
Utilizar frascos, latas e recipientes de plástico para guardar restos de comida, alimentos avulso ou pequenos artigos domésticos.
Sempre que possível adquira artigos de boa qualidade que durem um bom tempo.
Materiais e embalagens que não possam ser reutilizados devem ser então reciclados, em casa, no trabalho e na escola.
Você pode contribuir para a Reciclagem dando preferência à aquisição de produtos reciclados ou recicláveis.
 
Quando se encontra numa loja, faça a si mesmo três perguntas: este produto ou a sua embalagem pode ser reutilizado ou reciclado? Foi produzido a partir de material reciclado? Sempre que possível tente que as suas aquisições vão ao encontro destes critérios.
 
Finalmente, Recupere energia a partir de desperdícios que não possam ser utilizados em qualquer outra coisa. Este quarto R é difícil de por em prática pelo cidadão comum; é mais orientado para a indústria.
 
 
Sabia que?
No Canadá os aterros sanitários representam cerca de 30% do total de emissões de gás metano do país. O metano é 20 vezes mais potente como gás de efeito de estufa do que o dióxido de carbono.
 
Sabia que?
17 milhões de Canadianos (cerca de 2/3) têm acesso a serviços de reciclagem.
 
A linguagem dos Rs
O circulo mobius, símbolo internacional da reciclagem, encontra-se em grande número de produtos.
 
Um circulo mobius sobre um fundo branco ou claro, significa que a embalagem ou o produto podem ser reciclados onde exista acesso a centros de reciclagem.
 
Um circulo mobius branco ou claro, sobre um fundo escuro ou preto, avisa os consumidores de que o produto contém materiais reciclados.
 
O circulo mobius é geralmente acompanhado por sinalética indicativa da percentagem de material reciclado de origem pós-consumo(aquele que deitamos no eco-ponto e que é recolhido para reciclagem) e da percentagem de origem pós-industrial. O material reciclado pós-indstrial é o material que sobra do processo de fabrico e que reentra esse mesmo processo. Este material nunca foi utilizado pelo consumidor final. Os produtos que contém materiais reciclados de pós-consumo são preferíveis pois já foram utilizados pelo consumidor final, pelo menos uma vez, o que os torna “mais reciclados” do que os materiais pós-industriais. Mas atenção! O facto dos produtos terem o símbolo da reciclagem, não significa que estes possam automaticamente ser reciclados na sua área de residência. Por exemplo, muitos programas de reciclagem local não recolhem nem tratam cartão. Estar bem informado sobre que materiais são ou não são recicláveis na nossa área de residência pode ajudar a fazer as melhores escolhas no momento de efectuar uma compra.
 
(ver mais sobre a simbologia da reciclagem aqui)
publicado por iGreen às 20:44
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Quinta-feira, 6 de Março de 2008

Inspiração espanhola

Quem já visitou a costa mediterrânica espanhola, reparou certamente no pitoresco dos muitos de vasos de flores pendurados nas paredes e varandas das habitações, criando um lindo e alegre contraste com o branco imaculado das paredes.
  
Imagens: http://www.voyagevirtuel.com/ (Arcos de la Frontera, Andaluzia)
 
Apetece copiar, não é? Uma empresa inglesa apercebeu-se disso e resolveu desenvolver a ideia transformando-a num produto comercial que fosse fácil de instalar. Assim nasceu a Spanish Rings Ltd.
 
Os produtos comercializados incluem aros para parede (wall rings), aros para treliças (trellis rings), aros para guarda corpo (balcony rings) e aros para algeroz (pipe rings). Estes produtos são comercializados em vários diâmetros e cores. São comercializados a partir dos EUA, Austrália e Nova Zelândia, Alemanha e Reino Unido, claro.
 
Passem pelo site, vejam as fotos e os vídeos e inspirem-se!
publicado por iGreen às 21:53
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Quarta-feira, 5 de Março de 2008

O Cacto Urbano

Não passa de um projecto, mas se viesse a ser construído, este prédio de apartamentos seria o paraíso de todos os jardineiros urbanos que lutam com a falta de espaço para... jardinar (claro!).
 
Trata-se de um torre com 19 andares, por onde se distribuem 98 apartamentos, cada um com um enorme espaço exterior que só é possível dada a forma única de cada piso. Este edifício foi projectado para a zona portuária da cidade de Roterdão pela equipe de arquitectos da UCX Architects. Recebeu o nome de “Urban Cactus” apesar das suas formas serem claramente inspiradas nas “primas” dos cactos - as suculentas.
 
Este edifício tem sido alvo de grande atenção por parte de bloguistas um pouco por todo o mundo, no entanto a informação é pouco detalhada. Desconhece-se, por exemplo, se o projecto contempla soluções de inovação ambiental, como a recolha e aproveitamento de águas pluviais, embora seja visível o aproveitamento da luz para iluminação natural e aquecimento.
 
O site dos arquitectos responsáveis pelo projecto já não vai dar a lado nenhum, por isso, penso que o edifício nunca chegará a ser uma realidade. Mas gostei imenso da ideia e pessoalmente acho que seria interessantíssimo que este tipo de edifícios surgisse com cada vez mais frequência nas grande cidades.
publicado por iGreen às 22:58
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Animais de Rua - Projecto de Esterilização e Protecção de Animais Sem Lar