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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2007

O que não cheira a verde...

Não sei se já sabiam, mas muitos dos perfumes que usamos diariamente, contêm substâncias nocivas para o ambiente e até potencialmente prejudiciais à saúde!
E voçês: “O quê?! Eu paguei uma fortuna por aquele frasquinho! E agora como é que eu sei se tem ou não essas substâncias ‘potencialmente perigosas’?”
A resposta pode estar no site Skin Deep, uma base de dados criada pelo movimento Americano (Environmental Working Group) que testa e classifica uma quantidade apreciável de produtos (25 000) de cosmética e não só, quanto à toxicidade dos seus ingredientes. No Skin Deep encontra quase tudo, desde maquilhagem, aos produtos para bebés.
 
Outros links de interesse:
Comissão Europeia - Portal Consumidores 
Veneno doméstico (Greenpeace Brazil)
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publicado por iGreen às 17:51
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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

(1) Ser “verde” é tão fácil, como:

  • Trocar uma lâmpada incandescente por uma fluorescente compacta que gasta menos 80% de energia.
  • Desligar todos os aparelhos eléctricos e electrónicos quando não estão a ser utilizados.
  • Os “leds” de presença dos aparelhos electrónicos que se mantêm acesos depois de desligado o aparelho, consomem uma quantidade apreciável de energia, pelo que devem ser desligados da tomada durante os períodos mais longos (noites/ausências). Uma maneira fácil de conseguir isso é ligando os aparelhos a uma régua de tomadas com interruptor que possa ser colocada num local acessível.
  • Utilizar sempre as máquinas de lavar roupa e loiça na capacidade máxima.
  • Ler o Guia da Eficiência Energética, disponível no portal eco da do site da EDP e onde encontra uma grande quantidade de conselhos e explicações úteis.
sinto-me: verrrde
publicado por iGreen às 18:08
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Sexta-feira, 24 de Agosto de 2007

(1) Jardim de varanda

Quando começar a planear transformar a sua varanda num jardim suspenso, tome em consideração os seguintes aspectos:

  1. O aspecto Estético.
    A varanda deve ser um espaço que complemente a decoração interior, por isso tente prever o que será visível a partir do interior e disponha os elementos da melhor maneira. Mas não é só do interior que a sua varanda é visível. Ela também é visível do exterior, por isso leve também isso em consideração para que possa apontar a sua casa a partir da rua, com muito orgulho.
  2. O aspecto Funcional.
    Se o espaço o permitir, considere a hipótese de instalar mobiliário para que possa disfrutar do seu espaço exterior e não apenas cuidar dele. Pense num cadeirão ou num banco de jardim com umas almofadas confortáveis, uma mesinha com uma ou duas cadeiras para tomar um refresco e conversar, ou então, se a sua varanda for mesmo grande, porque não uma mesa e cadeiras para refeições ao ar livre? Só não esqueça que tem que ser mobiliário específico para exteriores.
  3. As condições climatéricas.
    São um aspecto fundamental, não só condicionam a escolha das plantas, que devem ser adaptadas à quantidade de sol e vento, como também condicionam a utilização do espaço. Mas existem sempre maneiras de contornar a situação, por exemplo, uma varanda com muito sol e calor pode ter esse aspecto atenuado com a instalação de toldos ou chapéus de sol, ou ainda, pode-se utilizar as próprias plantas para criar sombra (plantas altas, plantas suspensas ou instalando treliças para trepadeiras, etc.). Soluções idênticas podem ser adaptadas para atenuar o vento.
  4. Privacidade e sossego.
    É sem dúvida bastante difícil relaxar numa varanda com os vizinhos a meter conversa pela janela ou a estender roupa na varanda ao lado, ou ainda com o barulho dos carros na rua. Mas também aqui, as plantas podem contribuir para colmatar essas dificuldades. Da mesma forma como se sugeriu utilizar plantas para criar sombras no ponto anterior, estas podem ser utilizadas para criar privacidade (ver fotos do post anterior). Calcule o ângulo de visão que necessita cobrir e coloque as suas plantas estratégicamente. Por outro lado, o restolhar da folhagem, provocado pela brisa cria um som relaxante que abafa de certa forma os ruídos da rua e se ainda precisar de mais, considere a hipótese de instalar uma pequena fonte – o ruído da água corrente é um relaxante garantido e abafa muito eficazmente outros ruídos menos agradáveis.

sinto-me: verrrde
publicado por iGreen às 16:04
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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007

Varandas vs. Jardins

Como sou, relativamente a este assunto, assumidamente tendenciosa, se ontem apresentei as desvantagens das marquises, hoje vou apresentar as vantagens das varandas abertas e de preferência ajardinadas.
  • Estética
    São um regalo para a vista. É uma vantagem que funciona em dois sentidos: exterior e interior.
    A vantagem estética exterior é essencialmente para mostrar “aos outros” como é linda e bem cuidada a nossa casa.

    A vantagem interior é o complemento da decoração da divisão que lhe dá acesso. Pode até ser um complemento precioso se a divisão for pequena e lhe quisermos criar uma ilusão de mais espaço. Qualquer decorador diz que uma forma de criar essa ilusão é chamando a atenção para algo interessante no exterior da divisão através de uma janela/porta. Esse foco de interesse pode ser uma linda vista ou... plantas. Quem tem uma linda vista naturalmente não vai querer “tapá-la” com plantas o que não quer dizer que não se possam escolher plantas que a complementem.
  • Privacidade
    Muitas vezes as varandas não conferem grande privacidade, Coisa simpl
    es de resolver com umas plantas bem escolhidas e bem colocadas, como podem constatar.

 

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  • Terapia
    Cuidar das minhas plantas é para mim como uma sessão de ioga. Alguns minutos a tratar de as regar, retirar folhas secas ou simplesmente a observar que de novo têm para me mostrar nesse dia é fundamental para relaxar, largar tensões e adquirir boa disposição. Quem habitualmente me diz que “não gosta” ou “não tem paxorra”, normalmente também confessa que nunca tentou. Experimentem. Comecem por um único exemplar. Experimentem uma planta de trato fácil e coloquem-na no local da vossa casa onde habitualmente passam mais tempo. Por exemplo, podem começar com algumas sementes de salsa num vaso, no parapeito da janela da cozinha (ou na bancada, desde que apanhe bastante luz). Ainda por cima vai dar um jeitão na hora de cozinhar.
  • Benefícios ambientais
    Se todas as varandas que existem numa cidade tivessem meia dúzia de vasos isto iria:
    • Melhorar significativamente a qualidade do ar dessa cidade
    • Reduzir o smog
    • Absorver grande quantidade de água pluvial reduzindo as inundações citadinas
    • Proteger e incrementar a vida selvagem animal (pássaros, abelhas, etc.)
Não acreditam? Vão passando por aqui que eu vou documentar isto tudo direitinho num futuro próximo.
Nota:
As fotos que aparecem neste post foram retiradas dos sites: www.amandaontheveranda.com; www.gardini.ie e www.cheirodemato.globolog.com.br
sinto-me: animada
publicado por iGreen às 16:36
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2007

Varandas vs. Marquises

Hoje vou ressuscitar um tema que já deu bastante polémica, mas que ultimamente tem estado quieto.
 
Vou começar uma guerra, já sei, mas como eu sou verde tenho que dizer aqui o quanto são, para mim, hediondas as varandas convertidas em marquises.
 
Além do aspecto estético (horrível!), levantam-se outras questões como:
  • Legalidade. A maioria não foi sujeita à respectiva autorização do condomínio, nem a licenças camarárias.
  • Direitos de autor, a alteração do projecto original não é legítima já que os direitos do autor do projecto não cessão com a venda das fracções.
  • Muitas vezes só contribuem para degradar a qualidade do clima interior do respectivo apartamento, dependendo da orientação solar/localização geográfica.
  • Só em rarissimos casos estas divisões são integradas no ambiente da casa, servindo na maioria dos casos a simples armazéns de tralha.
  • Nem sempre servem como valorização do imóvel, pois muitas vezes conferem aos prédios um aspecto desagradável.
  • Nalguns casos podem mesmo causar prejuízos ao equilibrio do prédio, já que não são espaços projectados para suportar uma estrutura em alumínio e vidro, nem para o peso do conteúdo que passam a albergar.
Claro que muitas pessoas alegam uma necessidade de aumentar o espaço habitável da casa. Mas, da minha observação quotidiana destes espaços, apercebo-me que na sua maioria estes espaços apresentam-se como o “parente pobre” da casa. Estão mal cuidados, com cortinados feios, velhos, sem qualquer preocupação estética ou então estão completamente vazios. Por outro lado, penso que, às vezes é mesmo vício, já que tenho visto apartamentos novos em folha, que até já incluem zona de marquise no projecto original, terem as suas varandas fechadas, logo que são habitados.
 
Para quem se interroga o que fazer a com uma varanda aberta, vão passando por aqui pois esse será um dos meus temas de eleição. Afinal somos um país que goza de um clima ameno, onde o sol brilha durante todo o ano e não sabemos tirar partido dessa grande dádiva da Natureza. Por contradição tenho-me apercebido que em países muito mais a Norte, de que o Reino Unido é o melhor exemplo, apesar do frio e da menor quantidade de sol, os terraços e varandas são mantidos abertos e aproveitados como complemento do interior, com inúmeras vantagens, entre as quais, uma apreciável valorização dos imóveis.
 
Por agora deixo-vos algumas sugestões de leitura sobre esta “guerra das varandas e das marquises”. Qualquer que seja a vossa posição sobre este assunto, leiam, pois alguns têm muito humor e outros são bem informativos.
Á conquista da varanda; A Bela da Marquise; Marquises; As Varandas Envidraçadas de Lisboa; Varandas e marquises; Péssimo ar
 
Estes acórdãos contêm muita informação legal sobre o assunto.
Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça (Procº 05B1978)
Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça (Procº 05B3863)
 
Em 2006 estava em curso uma processo judicial muito interessante para resolver uma contenda entre condóminos com vista à demolição de marquises num prédio do Campo Grande. Não encontrei noticias sobre a sentença final, mas se quiserem ver as noticias e o parecer da Ordem dos Arquitectos façam uma pesquisa no Google por “marquises do campo grande”.
sinto-me:
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publicado por iGreen às 17:51
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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2007

O 1º rebento...

Finalmente brotou o 1º rebento deste blog onde vou escrever sobre o meu “eu” mais VERDE.
 
Desenganem-se aqueles que pensavam que aqui iria nascer um site dedicado ao Sporting Club de Portugal. Embora seja em termos desportivos o clube “do meu coração”, não é de desporto que aqui vou escrever.
 
O assunto é a Natureza. As agressões a que a raça humana a tem sujeitado são sobejamente conhecidas (até mesmo por aqueles que preferem fazer “vista grossa” e ignorar), por isso também não me vou alongar sobre elas.
 
Aqui vou descrever os meus pequenos passos no sentido de minimizar as minhas agressões para com o ambiente. Sei que sou apenas uma “gota” no meio de um oceano, mas não é por ter alguns vizinhos que deitam os plásticos no contentor quando têm o Eco Ponto a 10 metros, que eu vou fazer o mesmo!!
 
Às vezes existem pequenas coisas que podemos implementar no nosso dia-a-dia sem qualquer esforço e que se fossem seguidas por muitas outras “gotas” fariam uma enorme diferença.
 
Quem sabe, alguém encontra aqui “dicas” que decidam seguir...
sinto-me: optimista
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publicado por iGreen às 17:03
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Animais de Rua - Projecto de Esterilização e Protecção de Animais Sem Lar